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Veja mais resultados do apoio ao jornalismo investigativo

Edital é realizado em parceria com a Fundação Ford, Fundação Open Society e Clua

13 dezembro 2018

- por Fundo Brasil de Direitos Humanos -

Com o objetivo de estimular a produção de reportagens que contem histórias relevantes e contribuam para melhorar a compreensão da sociedade sobre violações de direitos humanos, o Fundo Brasil apoia projetos em todo país por meio do edital “Jornalismo Investigativo e Direitos Humanos”.

O apoio é realizado em parceria com a Fundação Ford, Fundação Open Society e Clua (Climate and Land Use Alliance).

Confira, abaixo, os resultados divulgados até o momento:

Livre.jor

No Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro), a agência de jornalismo Livre.jor divulgou os primeiros resultados do Projeto Latentes, financiado pelo edital.

A agência criou uma plataforma online para dar visibilidade à tensão socioambiental no Brasil.

Acesse aqui para conhecer a plataforma.

Os números foram divulgados em primeira mão pelo portal UOL.

Veja a reportagem:

“Brasil tem 4.536 áreas com risco de conflito socioambiental, indica estudo”

 

Escola de Jornalismo da Énois

Em 2013, sete pessoas foram mortas em uma chacina no Jardim Rosana, zona sul de São Paulo. Entre as vítimas estava o pedreiro João, marido de Viviane. Ela ficou viúva, com quatro crianças, e precisou reconstruir a vida sozinha, em meio a um cenário de medo e impunidade.

Os jovens da Escola de Jornalismo Énois produziram uma reportagem em vídeo sobre a história de Viviane e João.

O resultado foi publicado no The Intercept Brasil:

“Eu nunca vi chacina em bairro rico”

 

Sabrina Duran

Mundo Preto é um projeto jornalístico da repórter independente Sabrina Duran. Em parceria com outros jornalistas, ela produziu reportagens em textos, vídeos, fotos e ilustrações.

Ao longo de 2018, a profissional investigou e reportou violências cometidas por uma grande mineradora e pelo poder público contra quilombolas do território Santa Rosa dos Pretos, em Itapecuru-Mirim (MA).

Conheça aqui o site Mundo Preto.

 

Articulação do Centro Antigo de Salvador

Há mais de uma década, o bairro 2 de Julho, no Centro Antigo de Salvador (BA), passa por um processo de especulação imobiliária. Imóveis históricos são vendidos e revendidos por empresas que fazem das terras baianas um banco de ativos e terreno para empreendimentos de luxo.

Dezenas de famílias de baixa renda já foram expulsas da região.

Veja a reportagem da Articulação do Centro Antigo sobre a situação:

“Leilão de terrenos pode expulsar moradores de baixa renda do centro antigo de Salvador”

 

Fronteira – Agência de Jornalismo

A jornalista Sílvia Lisboa, fundadora da Fronteira, estúdio de produção de conteúdo editorial, assina a matéria “Tomado por grileiros, assentamento de Dorothy Stang está em colapso”, publicada no jornal The Intercept.

A reportagem relata a tensão provocada pelos conflitos de terra em Anapu, no Pará, o que tem como consequências expulsões e mortes de trabalhadoras rurais. Conta também que estão ameaçados os Projetos de Desenvolvimento Sustentável Esperança e Virola-Jatobá, assentamentos de trabalhadores rurais criados por Dorothy Stang.

Veja a reportagem:

 “Tomado por grileiros, assentamento de Dorothy Stang está em colapso”

 

Júlia Rohden

Multimídia, a reportagem especial ”A volta dos Avá Guarani” foi publicada no site de notícias Brasil de Fato conta o difícil processo de retomada de terra pelos povos indígenas Avá Guarani em Guaíra e Terra Roxa, no Paraná, cidades onde existem 14 aldeias ocupadas por cerca de duas mil pessoas.

Eles retornam para áreas tradicionalmente ocupadas pelos povos Guaranis, expulsos ao longo dos últimos séculos.

A jornalista Júlia Rohden, uma das responsáveis pelo especial, é apoiada pelo Fundo Brasil por meio do edital “Jornalismo Investigativo e Direitos Humanos”. Assina a reportagem ao lado do jornalista Matheus Lobo.

Confira o resultado:

“A volta dos Avá Guarani

 

Gizele Martins

A comunicadora comunitária Gizele Martins tem uma história de resistência à violência no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Por meio do edital,  escreveu a reportagem “Ditadura na democracia”. Ela denuncia que a intervenção militar no Rio provoca o aumento do extermínio nas favelas e periferias.

O texto foi publicado na Medium, uma plataforma para publicação de histórias, ideias e interação sem filtros editoriais.

Junto com Jessica Santos, Gizele abre a reportagem relatando a história de uma mãe que, dentro de casa, ouviu o tiro que matou o filho de 21 anos pelas costas.

Veja a reportagem

“Ditadura na democracia”

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